Orientação Profissional, o que é realmente?

Orientação Profissional, o que é realmente?

Muito se fala sobre Orientação Profissional nas universidades, escolas e em vários meios de comunicação, mas você realmente sabe o que é e como funciona um processo de Orientação Profissional? Orientação Profissional Curitiba   A Orientação Profissional é antes de tudo um processo, então não pode ser realizada em uma ou duas horas, ou mesmo em um dia. É um processo de construção de autoconhecimento e de entendimento das áreas pelas quais o cliente demonstra interesses e afinidades. Normalmente um processo de Orientação Profissional leva em torno de 10 sessões, preferencialmente intervaladas, pois esses intervalos permitem que o cliente tenha mais tempo para construir um conhecimento sólido e realizar todas as tarefas que podem ser solicitadas pelo orientador que o está auxiliando. Essa área não se resume apenas à escolha profissional propriamente dita, mas também abrange outras funções como uma sensibilização para escolha profissional (preparar as pessoas para realizarem essa escolha mais tranquilamente no futuro), reorientação e planejamento de carreira e para preparação para o vestibular (buscando ensinar o cliente como sofrer menos com o stress pré-vestibular e desenvolver melhores métodos de estudo), entre outras possibilidades oferecidas por esse processo. Dentro dessa prática, temos como objetivos fazer com que o cliente aprenda mais sobre si mesmo, sobre as áreas pelas quais têm interesse, sobre o mercado de trabalho e a realidade do dia a dia da profissão pela qual se interessa, para que ele entenda realmente o todo que engloba essa escolha, pois a escolha profissional não é simplesmente a escolha de um curso, mas é uma escolha que muitos temem ser para toda a vida. “Para um adolescente,...
Os Escravos do Século XXI

Os Escravos do Século XXI

Vamos falar um pouco mais sobre a Geração Y, uma geração de muitos extremos, e isso é muito visível dentro do mercado de trabalho. Muitas pessoas dessa geração resolveram romper completamente com a forma de trabalho tradicional, abandonando as grandes empresas, os empregos formais, os horários e a carteira assinada, valorizando mais seu horário livre. A questão é que alguns fazem isso de forma utópica e exagerada, o que acaba por lhes trazer problemas, pois nem sempre o mundo corresponde às nossas expectativas ou aos nossos desejos de vida. Mas existe o outro lado, os que fazem a escolha contrária, resolvendo se dedicar a sua carreira no mundo corporativo ou não, buscando formas para construir uma carreira sólida e de sucesso ou ser um colaborador ou empreendedor aplicado e comprometido. Não há nada tem nada de errado nisso, pelo contrário, é uma ótima qualidade. O problema surge quando as pessoas não conseguem controlar o quanto trabalham ou quando aceitam relações abusivas com seus empregadores. O problema se agrava quando falamos de um vício em trabalho, os chamados Workaholics. Muitas grandes empresas não sabem apenas como identificar essas pessoas, mas também adoram recrutá-los. Isso porque esses profissionais tornam-se funcionários que trabalham por duas ou três pessoas, mas recebem por uma. Vale A Pena Trabalhar Tanto? Nos últimos tempos vi pessoas se orgulhando do tal vício. Postando em redes sociais os sinais do seu “sucesso”, utilizando frases como: “saindo do trabalho às 22h”, “nada como trabalhar no fim de semana”, ou “eu trabalho em média 100 horas por semana!”, e isso se torna para essas pessoas um motivo de orgulho. Porém,...
A Orientação Profissional e as Gerações Y e Z

A Orientação Profissional e as Gerações Y e Z

Muito se fala sobre a Geração Y, pessoas que nasceram entre o início da década de 80 e meados dos anos 90. Mas agora, vão começar a falar muito da Geração Z, que é composta pelos nascidos nos meados dos anos 90 até o ano de 2010. Não existe uma definição exata dessas datas. Alguns autores inclusive até discordam delas. Mas enfim, vamos ao que interessa. As Gerações Y e Z sempre estão em pauta por serem as gerações que nasceram na era digital e da internet. Esses jovens são amplamente criticados por perderem rapidamente o interesse em qualquer atividade, por serem conhecidos profissionalmente como confusos e mimados e pela quantidade de informações e estímulos que os bombardeiam a todo o momento. É um fato que essas duas gerações se depararam com um mundo que muda muito rápido e com uma oferta de oportunidades e cursos centenas de vezes acima da geração dos seus pais. E, claro, por isso a Orientação Profissional (Erroneamente chamada às vezes de Orientação Vocacional) é tão importante. Para as pessoas mais velhas pode parecer uma escolha simples optar pelo o que fazer, mas é uma dúvida cruel que incomoda muitas pessoas a frase tão conhecida: “O que você vai ser quando crescer?”. Antigamente, o ensino superior ou mesmo o técnico era um luxo reservado a poucos e era dividido entre aqueles que podiam pagar e aqueles que conseguiam entrar em um curso público. E existia ainda outro fator, o número de cursos ofertados, que era infinitamente menor e deixava os jovens bem menos confusos, tudo era dividido entre Exatas, Biológicas e Humanas. Já hoje,...
Comprar, até quando é normal e quando se torna uma compulsão?

Comprar, até quando é normal e quando se torna uma compulsão?

Nós vivemos em uma sociedade em que o consumo e a aquisição de produtos é algo comum e incentivado, mas existe um limite para isso? É importante ressaltar que existe um prazer real em adquirir produtos que nos são necessários ou que representam para nós um sonho ou uma conquista especial, algo que nos esforçamos para alcançar. Mas o problema começa quando compramos coisas em excesso, simplesmente porque parecia uma boa ideia naquele momento. As compras por impulso atingem 85% dos consumidores, segundo o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), essas compras são realizadas sem planejamento e, o pior, muitas vezes sem que a pessoa tenha consciência de sua situação financeira para arcar com aquele gasto. O que nos leva a outro problema, as compras ligadas a respostas emocionais. Ainda segundo o SPC, 43% dos consumidores entrevistados relataram que realizam compras em momentos de Ansiedade, Tristeza ou Angústia. A compra então se torna apenas uma válvula de escape e a pessoa passa a adquirir e acumular produtos de que ela simplesmente não faz uso, simplesmente para poder sentir o prazer momentâneo da compra, ocultando os problemas que realmente lhe incomodam. O comprador compulsivo tem alguns comportamentos típicos, como: Deixar de pagar contas essenciais para comprar supérfluos; Esconder de outras pessoas o que comprou; Mentir sobre a quantidade de dinheiro que gastou; Precisar comprar quando se sente triste ou ansioso; Sentimento exagerado de euforia e ansiedade durante as compras; Sente-se culpado ou envergonhado após comprar; Precisa fazer “malabarismos” para pagar as dívidas causadas por gastos desnecessários; Acumulo de cartões de crédito e cheques sem necessidade. Na sua forma mais grave...
De Psicólogo e Louco todo mundo tem um pouco?

De Psicólogo e Louco todo mundo tem um pouco?

Você certamente já ouviu alguma vez: “Eu sou psicólogo dos meus amigos” ou “No meu trabalho eu sou um pouco psicólogo”, mas será que é verdade? O que é a Psicologia e como funciona a sua formação? A psicologia é a ciência que estuda o comportamento humano e as funções mentais, com o objetivo de entender como a mente humana funciona, e como isso influência nossos comportamentos, seja individualmente ou em grupos. A formação em psicologia é complexa, a graduação na área tem duração média de 5 anos, e durante o curso o aluno adquire conhecimento em diversas áreas como: Anatomia, filosofia, sociologia, desenvolvimento humano, teorias da personalidade e do comportamento, abordagens psicológicas, psicopatologia, entre muitas outras. Isso tudo porque para entender como e porque o ser humano se comporta de determinada forma, precisamos entender como ele funciona na sua totalidade, seja física ou mentalmente. Mas isso significa que depois que terminamos a faculdade estamos prontos? De maneira alguma, após terminar a graduação o psicólogo escolhe a área que ele mais se identifica e inicia uma série de formações complementares para poder atuar da melhor forma possível nessa área, essas formações são compostas por diversos cursos, congressos, pós-graduações, até mestrados e doutorados. Mas além da formação existem outras características que diferenciam o Psicólogo de outros profissionais ou de um amigo: O Sigilo Profissional: somos obrigados a guardar de forma sigilosa toda a informação dividida conosco em uma sessão, ou seja, não podemos contar nada do que nos é dito para ninguém. O psicólogo é fiscalizado por um Conselho Profissional e precisa seguir um Código de Ética desenvolvido para garantir...